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Presidente da Comissão pela Não Extinção das Escolas Estaduais Rurais elogia empenho dos vereadores de Colíder por solução à crise no transporte escolar

  • Publicado em 22/02/2018

Autor: Sérgio Ober - Assessor de Imprensa

O presidente da Comissão Permanente de Luta pela Não Extinção das Escolas Estaduais Rurais do Município de Colíder, Euler Fernando Borges, publicou nesta quinta-feira (22.02) nas redes sociais uma mensagem onde enaltece a atuação da Câmara de Colíder e dos vereadores para encontrar uma solução viável para o transporte escolar que atende os estudantes das escolas estaduais Café Norte, Nova Galileia e Palmital (Marco de Cimento).

Após a reunião que os vereadores Denny Serafini (Pros), Alencar Pereira (DEM), Dóris Sguizardi (DEM) e Zé Moreira (PSD) tiveram na manhã desta quintacom representantes da Secretaria Estadual de Educação (Seduc), em Cuiabá, o prefeito Noboru Tomiyoshi optou em aceitar o pedido da equipe estadual para que os ônibus voltassem a atender os alunos a partir de segunda-feira (26) até o dia 2 de março.

“Boa tarde!!! Após reunião [dos vereadores] na Seduc/MT, houve um consenso e agendado grupo de trabalho para resolver a situação do transporte escolar! O prefeito Noboru Tomiyoshi, através do presidente da Câmara [Rica Matos], informa que haverá retorno do atendimento em dois turnos! Em nome da Comissão Permanente de Luta pela Não Extinção das Escolas Estaduais Rurais do município de Colider, agradecemos a todas as pessoas, que direta ou indiretamente, manifestaram seu apoio a esta importante causa. Obrigado!”, escreve Euler.

SOLUÇÃO DEFINITIVA

Ficou decidido na reunião entre vereadores e Seduc que o município retomará o transporte escolar em todos os turnos até o dia 2 de março, quando uma equipe técnica da secretaria se reunirá com o prefeito Noboru Tomiyoshi para negociar uma solução definitiva para a questão. Nos dias 1º e 2, técnicos do Estado, liderados pela secretária adjunta de Gestão Escolar, Marioneide Angélica Kliemaschwsk, estarão em Colíder para conversar com a Assessoria Pedagógica, professores e pais de alunos.

“A avaliação da gente é muito positiva”, comenta Euler Borges. “Queremos uma solução para o bem de todos. O problema é o período muito curto que as escolas tiveram. Mas sempre estivemos abertos ao diálogo. A alteração de estrutura física e de turmas as escolas não conseguem fazer sem um consenso da Seduc, que é quem deve decidir sobre o assunto. A gente é favorável ao atendimento em turno único porque quanto mais pudermos economizar o dinheiro público melhor, mas desde a partir do momento em que as escolas possuam espaços para isso. Hoje, não existe essa possibilidade”, avalia.

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